quinta-feira, 25 de abril de 2013

Topografia - Determinação da Área de Um Polígono Qualquer Pelo método Analítico e Geométrico





Determinar a área da figura acima pelo Método Analítico

S = ½ [(X2 – X1)(Y1 + Y2) + (X3 – X2)(Y2 + Y3) + (X4 – X3)(Y3+Y4)-(X4-X1)(Y1+Y4)]
S = ½ [(80-40)(100+80) + (60-80)(80+30) + (40-60)(30+40) – (20-40)(100+40)]
S = ½ [40x180 + (-20)x110 + (-40)x(70) – (-20)x140]
S = ½ [ 7200 – 2200 – 2800 + 2800 ]
S = ½ [5000]
S = 2500 m²


Determinar a área da figura acima pelo Método Geométrico


Nome da Figura
Fórmula da área
Rectangulo
A1 = C x l
Quadrado
A2 = l² = l x l
Trapézio
A3 = (A + B) x h /2
Triângulo
A4 = 1/2(Bxh)

Dados
AE = 10m
AA´ = 20m
BC = 10m                                   
CC´ = 8m
C’D = 10m
CD = 15m                                 A3 = (B’C’ + BC)/2 x BB’

A1 = 10 x 20 = 200m²
A2 = 10²m = 100m²
A3 = (10 + 10)/2 x 10 = 100m²
A4 = ½ 10 x 15 =75m²

AT = A1 + A2 + A3 + A4

AT = 200m² + 100m² + 100m² + 75m² = 475m²




Topografia - Exercicio Resolvido - Problema Topográfico inverso



quarta-feira, 24 de abril de 2013

Cientista descobre placas tectônicas em Marte parecidas com as da Terra

Cientista descobre placas tectônicas em Marte parecidas com as da Terra

Professor da Universidade da Califórnia analisou dois blocos do planeta.
Até agora, pensava-se que só a Terra tinha essas estruturas geológicas.

Do G1, em São Paulo

Um cientista da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos EUA, anunciou a descoberta de placas tectônicas em Marte. Os resultados estampam a capa da edição de agosto da revista "Lithosphere".
Por muitos anos, pensava-se que essas estruturas geológicas localizadas logo abaixo da superfície do planeta – cujos movimentos por aqui resultam em terremotos, tsunamis e erupções vulcânicas – fossem exclusivas da Terra. Ao todo, nosso globo tem sete placas principais e outras dezenas menores, comparadas a uma "casca de ovo" rachada, que nos protege do magma contido no interior.
Segundo o professor de ciências espaciais e da Terra Um Yin, único autor do estudo, o planeta vermelho está em um estágio primitivo desse fenômeno, o que pode ajudar a entender como ocorreu a formação desses blocos na nossa litosfera, composta por duas camadas: a crosta terrestre e o manto superior.
Placas tectônicas marte (Foto: Google Mars/Mola Science Team)Placas tectônicas de Marte foram analisadas por imagens de satélite (Foto: Google Mars/Mola Science Team)
Yin fez a descoberta ao analisar cem imagens de satélite de uma nave da agência espacial americana (Nasa) chamada Themis e também da câmera HiRISE, da sonda Mars Reconnaissance Orbiter, que orbita Marte. Uma dúzia dessas fotos revelaram as placas tectônicas.
O pesquisador conduziu os trabalhos no Himalaia e no Tibete, onde duas das maiores placas da Terra se encontram. De acordo com ele, muitas das características das falhas dessas regiões, e também da Califórnia, se assemelhavam às de Marte.
O professor viu, por exemplo, deslizamentos de terra, um desfiladeiro e um penhasco – comparável às falésias (escarpa íngreme à beira-mar, feita por erosão) do Vale da Morte, na Califórnia – que só podem ter se formado por uma placa tectônica.
Vale da Mariner
A superfície marciana tem o sistema mais longo – com mais de 4 mil km, nove vezes maior que o Grand Canyon, no Arizona – e profundo de cânions do Sistema Solar, conhecido como Vale da Mariner, em homenagem à antiga sonda Mariner 9, que descobriu essa região em 1971.
Yin diz que, ao contrário de outros cientistas, que achavam que aquela era uma fenda pontual que se abriu, ele acredita que esse seja o limite de duas placas, que se movem horizontalmente por quase 150 km.
A Falha de San Andreas, na Califórnia, também está sobre a intersecção de duas placas, e já se chocou pelo dobro dessa distância, mas a Terra é cerca de duas vezes maior que Marte, então o fenômeno entre os dois planetas se torna equivalente.
De acordo com Yin, a falha em Marte está ativa, mas raramente "acorda", a cada um milhão de anos ou mais. Ele crê que o planeta não tenha mais que essas duas placas.
Além disso, Marte tem uma zona vulcânica linear, algo típico de onde existem esses blocos sob a superfície. Isso não ocorre nos outros planetas do Sistema Solar, segundo Yin.
O que o pesquisador ainda quer investigar é o quão abaixo da crosta de Marte essas placas estão localizadas e por que elas se movimentam em um ritmo tão lento, mas de alta magnitude.

Fonte: http://g1.globo.com

Feldspato

Feldspato (Na. K) Al Si3, Ba AlSi2 O3

* Andesina


Vocábulo proveniente do alemão feld; campo e spat; uma rocha que não contém minério. Feldspato é o nome de uma importante família de minerais do grupo tectossilicatos, constituintes de rochas que formam cerca de 60% da crosta terrestre e cristalizam nos sistemas triclínico ou monoclínico. Sua cristalização se dá no magma, tanto em rochas intrusivas quanto em extrusivas; ocorrem como minerais compactos, como filões, em pragmatitas e se desenvolvem em muitos tipos de rochas metamórficas. Também podem ser encontrados em alguns tipos de rochas sedimentares.
O feldspato pertence ao grupo de silicatos de alumínio com potássio, sódio, cálcio e mais raramente bário, sendo que o primeiro tem grande aplicação na indústria da cerâmica e do vidro.
Na cerâmica, sua função é a de fundente, porque seu ponto de fusão é menor que a maioria dos outros componentes, servindo de cimento para as partículas das várias substâncias cristalinas, além de outros aspectos, como as reações químico-físicas.
Já na indústria do vidro, o feldspato fornece alumina, para aumentar a aplicabilidade do vidro fundido, melhorando o produto final, dando-lhe uma estabilidade química maior, inibindo a tendência de devitrificação.
O feldspato tem outras utilizações como na produção de vernizes e tintas onde é usado na produção de fitas metálicas, na produção de eletrodos para solda, abrasivos leves, além de ser utilizado em próteses dentárias.
Na maior parte de suas aplicações o feldspato pode ser substituído, total ou parcialmente, pela rocha nefelina sienito. Além dessa rocha, são também potenciais substitutos do feldspato: argila, talco, pirofilita, areia feldspática e escória de alto-forno.
O feldspato se apresenta na cor branco róseo, possuindo aspecto translúcido e transparente. Seu brilho é vítreo e não-metálico. Possui dureza entre 6 e 6,5 na Escala de Mohs e peso específico entre 2,5 e 2,8. Encontra-se na forma de cristal prismático ou compacto.
As reservas Brasileiras de feldspato totalizam aproximadamente 116 milhões de toneladas, sendo 41,4% reservas medidas, 28% reservas indicadas e 30,6% reservas inferidas. Entre os estados brasileiros destacamos São Paulo com 47,1%, Minas Gerais com 36,3% e o Paraná com 10,7% das reservas nacionais. Analisando por regiões estaduais temos os municípios de Castro – PR, com 11 milhões, Sorocaba – SP com 7,7 milhões e Itinga – MG com 4,2 milhões de toneladas. Com relação às reservas de feldspato, existe uma grande dificuldade para uma quantificação mais precisa, uma vez que ele ocorre em rochas pegmatíticas.

* anorita

Os feldspatos podem ser classificados em dois grandes grupos, alcalinos e sódico-cálcicos, sendo que os primeiros podem ser sistematizados, com base nas suas propriedades ópticas, em quatro séries: albita de alta temperatura-sanidina de alta temperatura; albita de alta temperatura-sanidina de baixa temperatura; albita de baixa temperatura-ortoclásio ; albita de baixa temperatura-microclínio. A série do plagioclásio da mesma maneira que os feldspatos alcalinos, apresenta termos de alta e baixa temperaturas, além de temperatura intermediária, e podem ser classificados eminentemente com base nas porcentagens "moleculares", aparecendo as denominações albita, oligoclásio, andesina, labradorita, bytownita e anortita, respectivamente para porcentagens de anortita (An) de 0-10, 10-30, 30-50, 50-70, 70-90 e 90-100%. Esta divisão é unicamente de conveniência, não apresentando nenhum significado estrutural, e aparecem denominações como oligoclásio cálcico, andesina sódica etc. A solução sólida é quase completa na série de alta temperatura, desde albita até a anortita, mas as investigações com Raio X mostram que a série de baixa temperatura é estruturalmente complexa, tendo sido designados vários tipos estruturais: albita de baixa temperatura, peristerita, albita intermediária ( intermediária entre dois estados de baixa temperatura) e anortita. A estrutura da peristerita consiste em um intercrescimento fino de duas fases e alguns exemplares apresentam iridescência ou labradorescência (brilho semelhante ao apresentado por algumas labradoritas).
O Ba está presente em pequena quantidade na grande maioria dos feldspatos, mas só raramente ocorre como constituinte principal. De modo geral, são consideradas variedades de Ba quando o teor de BaO exceder 2%, sendo o feldspato com mais de 90% da molécula BaAl2Si2O8 denominado celsiana, e o com proporção menor de Ba denominado de hialofano.
Os feldspatos alcalinos distinguem-se dos componentes da série dos plagioclásios pela ausência (exceto no microclínio) de geminação lamelar, pelos índices de refração inferiores, menor densidade e pela presença de texturas criptopertíticas ou pertíticas e do quartzo pela geminação, índices de refração menores e caráter biaxial.

*banalsita
Os feldspatos potássicos podem ser reconhecidos por técnicas de coloração, tanto em seção delgada como em amostra de mão. O método mais prático é atacar a amostra com HF concentrado (em contato direto ou com vapor) por 15 a 30 segundo, a fim de preparar os minerais para a coloração. Se o ataque for só por vapor não há necessidade de emergir a amostra em água destilada, antes de emergir em solução de cobaltinitrito de sódio (60g em 1000ml de água), durante 15 a 20 segundos. Depois disto deve-se imediatamente passar a lâmina ou amostra de mão em água. Os feldspatos potássicos ficam com cor amarelo-pálido e, embora a mica branca e os minerais de argila possam por vezes absorver a cor, eles podem distinguir-se, por comparação, quando está presente o feldspato potássico em virtude da textura ou relevo ou intensidade de coloração diferentes. O quartzo e os plagioclásios não são coloridos, embora as fáculas de feldspatos potássicos nas antipertítas possam ser coloridas. Existe também métodos para colorir os plagioclásios.
Os minerais de feldspato estão divididos nos seguintes grupos:
Feldspatos potássicos (ou alcalinos)
Ortoclase












Sanidina
Anartoclase


Microclina

Feldspatos Plagioclase (ou clacossódicos)
Albita

Oligoclase
Andesina











Labradorite
Bytownita
Anortita
Outros felsdpatos
Clesiana
Paracelsiana


Sviatoslavita (Sem imagem)
Dmisteinbergita


Feldspatos raros

Buddingtonita

Reedmerfnerita

Lalwsonita

Banalsita


Estronalsita (sem imagem)
Lisetita (sem imagem)
Filatovida (sem imagem)

Fontes do texto:

Feldspato por Leonardo José Ramos.

Grupo da Feldspato por Fábio Braz Machado.
Wikipédia A enciclopédia livre.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Planta Topográfica do Lobito - Benguela


Geometria Plana: Áreas de regiões poligonais


Geometria Plana: Áreas de regiões poligonais
  • Triângulo e região triangular
  • O conceito de região poligonal
  • Unidade de área
  • Área do retângulo
  • Área do quadrado
  • Área do paralelogramo
  • Área do triângulo
  • Comparando áreas de triângulos
  • Área do losango
  • Área do trapézio
  • Polígonos regulares
  • Elementos de um polígono
  • Áreas de polígonos regulares
  • Comparando áreas de polígonos

Triângulo e região triangular

No desenho abaixo, o triângulo ABC é a reunião dos segmentos de reta AB, BC e AC. A reunião de todos os pontos localizados no triângulo e também dentro do triângulo é chamada uma região triangular. A região triangular ABC é limitada pelo triângulo ABC. Os pontos dos lados do triângulo ABC bem como os pontos do interior do triângulo ABC são pontos da região triangular.
Triângulo ABCRegião triangular ABC
Somente as linhasAs linhas e todo o interior


Duas ou mais regiões triangulares não são sobrepostas, se a interseção é vazia, é um ponto ou é um segmento de reta. Cada uma das regiões planas abaixo é a reunião de três regiões triangulares não sobrepostas.
 
O Conceito de Região Poligonal
 
Uma região poligonal é a reunião de um número finito de regiões triangulares não-sobrepostas e coplanares (estão no mesmo plano). Na gravura abaixo, apresentamos quatro regiões poligonais. Observe que uma região triangular é por si mesmo uma região poligonal e além disso uma região poligonal pode conter "buracos".
Uma região poligonal pode ser decomposta em várias regiões triangulares e isto pode ser feito de várias maneiras
Duas ou mais regiões poligonais são não-sobrepostas quando a interseção de duas regiões quaisquer, é vazia, é um conjunto finito de pontos, é um segmento de reta ou é um conjunto finito de pontos e um segmento de reta.

 
O estudo de área de regiões poligonais depende de alguns conceitos primitivos:
  1. A cada região poligonal corresponde um único número real positivo chamado área.
  2. Se dois triângulos são congruentes então as regiões limitadas por eles possuem a mesma área.
  3. Se uma região poligonal é a reunião de n regiões poligonais não-sobrepostas então sua área é a soma das áreas das n-regiões.
Observação: Para facilitar o estudo de regiões poligonais, adotaremos as seguintes práticas:
  1. Os desenhos de regiões poligonais serão sombreadas apenas quando houver possibilidade de confusão entre o polígono e a região.
  2. Usaremos expressões como a área do triângulo ABC e a área do retângulo RSTU no lugar de expressões como a área da região triangular ABC e a área da região limitada pelo retângulo RSTU.
Exemplo: A área da figura poligonal ABCDEFX pode ser obtida pela decomposição da região poligonal em regiões triangulares.
Após isto, realizamos as somas dessas áreas triangulares.
Área(ABCDEFX)=área(XAB)+área(XBC)+...+área(XEF)
 
Unidade de área
Para a unidade de medida de área, traçamos um quadrado cujo lado tem uma unidade de comprimento.
unidade quadrada
Esta unidade pode ser o metro, o centímetro, o quilômetro, etc.

Area do Rectangulo
 
A figura ao lado mostra o retângulo ABCD, que mede 3 unidades de comprimento e 2 unidades de altura. O segmento horizontal que passa no meio do retângulo e os segmentos verticais, dividem o retângulo em seis quadrados tendo cada um 1 unidade de área.
A área do retângulo ABCD é a soma das áreas destes seis quadrados. O número de unidades de área do retângulo coincide com o obtido pelo produto do número de unidades do comprimento da base AB pelo número de unidades da altura BC.
O lado do retângulo pode ser visto como a base e o lado adjacente como a altura, assim, a área A do retângulo é o produto da medida da base b pela medida da altura h.
A = b × h
Area do quadrado
 
Um quadrado é um caso particular de retângulo cuja medida da base é igual à medida da altura. A área do quadrado pode ser obtida pelo produto da medida da base por si mesma.
Esta é a razão pela qual a segunda potência do número x, indicada por x², tem o nome de quadrado de x e a área A do quadrado é obtida pelo quadrado da medida do lado x.
A = x²
Exemplo: Obter a área do retângulo cujo comprimento da base é 8 unidades e o comprimento da altura é 5 unidades.
A = b×h
A = (8u)x(5u) = 40u²
No cálculo de áreas em situações reais, usamos medidas de comprimento em função de alguma certa unidade como: metro, centímetro, quilômetro, etc...

 
Exemplo: Para calcular a área de um retângulo com 2 m de altura e 120 cm de base, podemos expressar a área em metros quadrados ou qualquer outra unidade de área.
  1. Transformando as medidas em metros
    Como h=2m e b=120cm=1,20m, a área será obtida através de:
    A = b×h
    A = (1,20m)×(2m) = 2,40m²
    
  2. Transformando as medidas em centímetros
    Como h=2m=200cm e b=120cm, a área do retângulo será dada por:
    A = b×h
    A = (120cm)×(200cm) = 24000cm²
    
    Area do Paralelogramo
Combinando os processos para obtenção de áreas de triângulos congruentes com aqueles de áreas de retângulos podemos obter a área do paralelogramo.
Qualquer lado do paralelogramo pode ser tomado como sua base e a altura correspondente é o segmento perpendicular à reta que contém a base até o ponto onde esta reta intercepta o lado oposto do paralelogramo.
No paralelogramo ABCD abaixo à esquerda, os segmentos verticais tracejados são congruentes e qualquer um deles pode representar a altura do paralelogramo em relação à base AB.
No paralelogramo RSTV acima à direita, os dois segmentos tracejados são congruentes e qualquer um deles pode representar a altura do paralelogramo em relação à base RV.
A área A do paralelogramo é obtida pelo produto da medida da base b pela medida da altura h, isto é, A=b×h.

Area do Triangulo

A área de um triângulo é a metade do produto da medida da base pela medida da altura, isto é, A=b.h/2. Demonstração da fórmula


Exemplo: Mostraremos que a área do triângulo equilátero cujo lado mede s é dada por A=s²R[3]/2, onde R[z] denota a raiz quadrada de z>0. Realmente, com o Teorema de Pitágoras, escrevemos h²=s²-(s/2)² para obter h²=(3/4)s² garantindo que h=R[3]s/2.
Como a área de um triângulo é dada por A=b.h/2, então segue que:
A = s × R[3] s/2 = ½ R[3] s²


Observação: Triângulos com bases congruentes e alturas congruentes possuem a mesma área.

Comparação de áreas entre triangulos semelhantes

Conhecendo-se a razão entre medidas correspondentes quaisquer de dois triângulos semelhantes, é possível obter a razão entre as áreas desses triângulos.


Propriedade: A razão entre as áreas de dois triângulos semelhantes é igual ao quadrado da razão entre os comprimentos de quaisquer dois lados correspondentes.
Área de ABC
Área de RST
=a²
r²
=b²
s²
=c²
t²

Área do Losango

O losango é um paralelogramo e a sua área é também igual ao produto do comprimento da medida da base pela medida da altura.
A área do losango é o semi-produto das medidas das diagonais, isto é, A=(d1×d2)/2.

Area do Trapezio

Em um trapézio existe uma base menor de medida b1, uma base maior de medida b2 e uma altura com medida h.
A área A do trapézio é o produto da média aritmética entre as medidas das bases pela medida da altura, isto é, A=(b1+b2).h/2.

Poligonos Regulares

Um polígono regular é aquele que possui todos os lados congruentes e todos os ângulos congruentes. Existem duas circunferências associadas a um polígono regular.


Circunferência circunscrita: Em um polígono regular com n lados, podemos construir uma circunferência circunscrita (por fora), que é uma circunferência que passa em todos os vértices do polígono e que contém o polígono em seu interior.
Circunferência inscrita: Em um polígono regular com n lados, podemos colocar uma circunferência inscrita (por dentro), isto é, uma circunferência que passa tangenciando todos os lados do polígono e que está contida no polígono.

Elementos de um poligono regular
  1. Centro do polígono é o centro comum às circunferências inscrita e circunscrita.
  2. Raio da circunferência circunscrita é a distância do centro do polígono até um dos vértices.
  3. Raio da circunferência inscrita é o apótema do polígono, isto é, a distância do centro do polígono ao ponto médio de um dos lados.
  4. Ângulo central é o ângulo cujo vértice é o centro do polígono e cujos lados contém vértices consecutivos do polígono.
    Apótema: OM,
    Raios: OA,OF
    Ângulo central: AOF
    Apótema: OX,
    Raios: OR,OT
    Ângulo central: ROT
  5. Medida do ângulo central de um polígono com n lados é dada por 360/n graus. Por exemplo, o ângulo central de um hexágono regular mede 60 graus e o ângulo central de um pentágono regular mede 360/5=72 graus.

  6.  Area de Poligonos Regulares

    Traçando segmentos de reta ligando o centro do polígono regular a cada um dos vértices desse polígono de n-lados, iremos decompor este polígono em n triângulos congruentes.
    Assim, a fórmula para o cálculo da área da região poligonal regular será dada pela metade do produto da medida do apótema a pelo perímetro P, isto é:
    A = a × Perímetro / 2
     
    Comparando Áreas entre poligonos semelhantes
     
    Apresentamos abaixo dois pentágonos irregulares semelhantes. Dos vértices correspondentes A e L traçamos diagonais decompondo cada pentágono em três triângulos.
    Os pares de triângulos correspondentes ABC e LMN, parecem semelhantes, o que pode ser verificado diretamente através da medição de seus ângulos com um transferidor. Assumiremos que tal propriedade seja válida para polígonos semelhantes com n lados.

     
    Observação: Se dois polígonos são semelhantes, eles podem ser decompostos no mesmo número de triângulos e cada triângulo é semelhante ao triângulo que ocupa a posição correspondente no outro polígono.
    Este fato e o teorema sobre razão entre áreas de triângulos semelhantes são usados para demonstrar o seguinte teorema sobre áreas de polígonos semelhantes.

     
    Teorema: A razão entre áreas de dois polígonos semelhantes é igual ao quadrado da razão entre os comprimentos de quaisquer dois lados correspondentes.
    Área de ABCDE...
    Área de A'B'C'D'E'...
    =s²
    (s')²
    =t²
    (t')²