segunda-feira, 29 de abril de 2013

Concentração de CO2 se aproxima de limite aceitável e preocupa ONU




Concentração de CO2 se aproxima de 



limite aceitável e preocupa ONU


Chefe da ONU para o clima fez apelo "urgente" contra alta global de CO2.
Índice de observatório no Havaí pode alcançar limite histórico em maio.

Da France Presse
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A secretária-executiva da Organização das Nações Unidas para o clima, Christiana Figueres, expressou nesta segunda-feira (29) preocupação e fez um apelo para uma ação "urgente" ante a evolução da concentração de CO2 na atmosfera, a ponto de superar o limite simbólico dos 400 ppm (partes por milhão).
De acordo com o Observatório Mauna Loa, no Havaí, da Administração Nacional do Oceano e da Atmosfera dos EUA (NOAA, na sigla em inglês), a concentração de CO2 em nosso planeta chegou a 399,72 ppm em 25 de abril.
"Estamos perto de exceder o limite de 400 ppm", declarou Figueres às delegações de mais de 190 países reunidas para preparar a rodada anual de negociações sobre a luta contra as mudanças climáticas, que vai ocorrer em Varsóvia, na Polônia, no fim do ano.
"Recebo-os com grande ansiedade", lançou Christiane aos negociadores, expressando a necessidade "de um senso de urgência mais forte". Esta é a primeira reunião das delegações desde a conferência em Doha, no final de 2012.
Novo acordo global
A comunidade internacional fixou como meta chegar a um acordo até 2015 que exija todos os países, incluindo os dois maiores poluidores, China e Estados Unidos, a reduzir suas emissões de gases do efeito estufa (GEE). O acordo deveria entrar em vigor em 2020.
O objetivo é conter o aumento de 2° C acima dos níveis pré-industriais, o limite além do qual os cientistas acreditam que o sistema climático entrará em colapso.
Para se manter em uma temperatura entre 2° C e 2,4° C, são necessários exigiria picos de concentração de CO2 entre 350 e 400 ppm (ou entre 445 e 490 ppm para todos os GEE), de acordo com o último relatório do grupo do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC), grupo de peritos da ONU.
Segundo o Scripps Institution of Oceanography, que trabalha com o Observatório de Mauna Loa, a concentração de CO2 poderá exceder 400 ppm em maio pela primeira vez na história humana. Os primeiros dados registrados em março de 1958 situava-se em 316 ppm. Antes da era industrial e da utilização de combustíveis fósseis, a concentração de CO2 era estimada em 280 ppm.
O nível de CO2, o principal gás do efeito estufa, provavelmente era de 400 ppm durante o período geológico do Plioceno, entre 3,2 milhões e 5 milhões de anos atrás, quando a Terra marcava de 2 a 3 graus a mais, indica o Scripps em um comunicado.

fonte: g1.globo.com

Grama híbrida pode ajudar a mitigar efeito de enchentes, diz estudo


Grama híbrida pode ajudar a mitigar efeito de enchentes, diz estudo



Espécie 'não faz milagres', mas aumenta absorção de água e evita que água escorra em áreas pastorais.

Da BBC
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Grama híbrida absorve melhor a água (Foto: AP/BBC)Grama híbrida absorve melhor a água
(Foto: AP/BBC)
Uma grama híbrida cultivável, desenvolvida por uma equipe de pesquisadores britânicos, pode ajudar a conter enchentes, aponta um estudo recém-publicado.
Testes científicos mostraram que a grama reduz inundações pela metade, se comparada com a grama plantada para alimentar gado.
Os cientistas responsáveis pelo estudo dizem, em artigo na publicação "Scientific Reports", que o crescimento rápido e o bem desenvolvido sistema de raízes da grama híbrida fazem com que ela absorva mais umidade no solo, em vez de deixar que a água escorra.
Essa nova grama é um híbrido entre as espécies Lollium perenne -- comumente usada para pastos -- e Festuca pratensis, mais resistente.
Um dos autores do projeto, Kit Macleod, que é pesquisador-sênior no Instituto James Hutton de pesquisas agrícolas, disse que já havia um projeto de longo prazo para desenvolver novas gramas, mas seu benefício ambiental ainda não havia sido testado.
"Então tive a ideia de fazer um experimento para descobrir como essas novas gramas poderiam beneficiar não apenas a produção, sob a perspectiva do agricultor, mas também reduzir inundações", disse ele à BBC.
"Há muito interesse em lidar com terras agrícolas de forma a produzir benefícios múltiplos, sobretudo no que diz respeito a questões ambientais, [diante de] mudanças nas chuvas e nos padrões de temperatura".
Mudanças na estrutura do solo
Ao longo de dois anos, Macleod e sua equipe descobriram que a grama híbrida impedia que a água escorresse, em níveis 51% superiores em comparação com a espécie de pasto e 43% superiores em comparação com a Festuca pratensis.
"Achamos que isso tem a ver com as mudanças na estrutura do solo [por conta] da grama", prossegue Macleod. "Ela cria mais capacidade de armazenamento para água".
Ao mesmo tempo, diz ele, a espécie híbrida tem a mesma propriedade de rápido crescimento de raízes observada na espécie Festuca pratensis, o que também aumenta seu poder de absorção.
No entanto, Macleod ressalta que a nova grama não tem poderes "mágicos" para impedir enchentes -- ela apenas parece reduzir o volume de água que escorre de pastos em áreas com tendências a enchentes.

fonte: g1.globo.com

Topografia - Sistema Sexagesimal (graus) e Centesimal (grados) Com Pontos Cardeais e Colaterais





GLOSSÁRIO CARTOGRÁFICO


GLOSSÁRIO CARTOGRÁFICO - FONTE IBGE (Instituto Brasileiro de Geodesia)

Aceleração da Gravidade
Força resultante da atração gravitacional da massa da Terra e da força centrífuga de sua rotação, exercida sobre um elemento de massa. Varia de acordo com a posição na superfície, devido à rotação, à topografia e às variações da densidade interna da Terra.

Açude
Pequeno reservatório de água natural ou artificial.

Aerofotogrametria
Vide Fotogrametria.

Altimetria
Conjunto de processos que objetivam a determinação da altitude de uma dada estação geodésica.

Altitude
Distância vertical a partir de um referencial, geralmente o nível médio dos mares, ao ponto considerado. As altitudes obtidas pelo rastreio de satélites artificiais têm como referência um elipsóide, sendo, por isso, geométricas.

Altura
Distância vertical entre um ponto e um plano de referência, que em geral é a superfície terrestre.

Altura Geoidal
Afastamento entre o elipsóide de referência e o geóide, contado sobre a normal ao elipsóide que passa pelo ponto.

Aluvião
Denominação genérica para englobar depósitos detríticos recentes, de natureza fluvial ou lacustre, constituídos por cascalhos, areias, siltes e argilas, transportados e depositados por correntes, sobre planícies de inundação e no sopé de muitas escarpas.

Área
Quantidade projetada, em um plano horizontal dentro dos limites de um polígono. É todo agregado de espaços planos a serem considerados num estudo ou pesquisa.

Banco de Areia
Acúmulo de sedimentos (areia e cascalho) depositados no leito de um rio, constituindo obstáculo ao escoamento e à navegação.

Carta
É a representação de uma porção da superfície terrestre no plano, geralmente em escala média ou grande, oferecendo-se a diversos usos, como por exemplo, a avaliação precisa de distâncias, direções e localização geográfica dos aspectos naturais e artificiais, podendo ser subdividida em folhas, de forma sistemática em consonância a um plano nacional ou internacional.

Cartografia
É um conjunto de estudos e operações científicas, técnicas e artísticas que, tendo como base os resultados de observações diretas ou a análise de documentação já existente, visa a elaboração de mapas, cartas e outras formas de expressão gráfica ou representação de objetos, elementos, fenômenos e ambientes físicos e socioeconômicos, bem como sua utilização.

Cartograma
É um esquema representativo de uma superfície ou parte dela, sobre a qual são apresentadas informações quantitativas e qualitativas, de eventos geográficos, cartográficos e socioeconômicos.

CONCAR
Comissão Nacional de Cartografia vinculada ao poder Executivo Federal, que congrega as entidades do Sistema Cartográfico Nacional - SCN cuja principal função é coordenar a elaboração da Política Cartográfica Nacional.

Coordenadas Geográficas
São valores numéricos através dos quais podemos definir a posição de um ponto na superfície da Terra, tendo como ponto de origem para as latitudes o Equador e o meridiano de Greenwich para a origem das longitudes.

Datum
Sistema de referência para as coordenadas geodésicas e aceleração da gravidade. No caso da planimetria o datum do Sistema Geodésico Brasileiro é South American Datum - SAD-69; para a altimetria, Imbituba; para a gravimetria, Rede Gravimétrica Fundamental Brasileira.

EG
Ver Estação gravimétrica

Elipsóide
Figura matemática mais adequada à representação da forma da Terra em função da simplificação dos cálculos e da boa aproximação relativa à sua forma real. Ver também Geóide.

EP
Ver Estação de poligonal

Escala
Relação entre as dimensões dos elementos representados em um mapa, carta, fotografia ou imagem e as correspondentes dimensões no terreno.

Escala Cartográfica
Relação matemática entre as dimensões dos elementos no desenho e no terreno.

Escala Gráfica
É a representação gráfica da escala numérica sob a forma de uma linha graduada, na qual a relação entre as distâncias reais e as representadas nos mapas, cartas ou outros documentos cartográficos é dada por um segmento de reta em que uma unidade medida na reta corresponde a uma determinada medida real.

Escala Numérica
É a escala de um documento cartográfico (Mapa, Carta ou Planta) expressa por uma fração ou proporção, a qual correlaciona a unidade de distância do documento à distância medida na mesma unidade no terreno.
Ex: 1:100.000 - Lê-se 1 para 100.000.
Significa que 1cm no documento equivale a 100.000 cm no terreno, ou seja, 1000m ou 1Km.
Quando se conhece a escala numérica pode-se calcular as distâncias reais utilizando-se as expressões:
D = d x N
N = D / d
d = D / N
D = Distância real
d = Distância no documento
E = Escala = 1 / N
Um elemento de 15cm no documento cartográfico elaborado na escala 1:50.000, terá que dimensão no terreno?
E = 1/ 50.000 = 1/N
d = 15
D = d x N
D = 15 x 50000 = 7,50000 = 7,5Km
Um elemento de 7,5 Km no terreno será representado num documento cartográfico na escala de 1:50000 com que dimensão?
E= 1 / N = 1 / 50.000
D = 7,5 Km = 7 500 m = 750000cm
d= D / N = 750 000 / 50 000 = 15 cm
Qual a escala de um documento cartográfico na qual um elemento com 7,5 Km no terreno é representado por 15 cm?
D = 7,5 Km = 750.000cm
d = 15 cm
N= D/d = 750 000 / 15 = 50 000
E = 1 / N = 1 / 50 000

Estação à satélite
Estação geodésica tridimensional determinada através de técnicas de rastreamento de satélites artificiais.

Estação de Poligonal
Estação geodésica planimétrica determinada através do método de poligonação geodésica.

Estação Geodésica
Ponto da superfície terrestre, materialmente definido por um marco, chapa ou pino, implantado em terreno sólido e estável, cujas coordenadas geodésicas e aceleração da gravidade foram determinadas através de levantamentos geodésicos adequados. Devido à sua importância e elevado custo de determinação, as estações geodésicas são protegidas por lei.

Estação Gravimétrica
Estação geodésica cuja principal determinação é a aceleração da gravidade.

Estação Maregráfica
Conjunto de instrumentos e instalações destinados à observação do nível do mar. A Geodésia utiliza as estações maregráficas para a determinação do nível médio do mar.

Estereoscopia
É a ilusão de ótica produzida quando observamos documentos que dentro de uma determinada condição de superposição de áreas, através de lentes apropriadas, fornece-nos a sensação de tridimensionalidade.
É a ciência que trata com modelos tridimensionais e os métodos pelos quais este efeito se produz.

Estereoscópio
Instrumento destinado ao exame de pares de fotografias ou imagens vistas de pontos diferentes resultando numa impressão mental de uma visão tridimensional. Na sua construção são utilizados lentes, espelhos e prismas.

Fotogrametria
(Geral) é a ciência que trata da obtenção de medições fidedignas de imagens fotográficas.
(Mapeamento) é a ciência da elaboração de cartas topográficas que congrega diversos processos e métodos matemáticos e físicos a partir de fotografias ou imagens aéreas ou orbitais, utilizando-se instrumentos óticos-mecânicos sofisticados.

Fuso Horário
Convenção estabelecida que se refere a uma área abrangida por dois meridianos, dentro da qual o hora é a mesma para todos os lugares nela inseridos. Cada fuso tem em geral 15° de longitude, tendo como centro um meridiano cuja longitude é exatamente divisível por 15.

Geóide
Figura definida como a superfície eqüipotencial do campo de gravidade da Terra que melhor se aproxima do nível médio dos mares, supostos homogêneos e em repouso. Embora melhor descreva a forma física da Terra, o geóide se caracteriza por grande complexidade em função da distribuição irregular de massas no interior da Terra e, conseqüentemente, por difícil representação matemática, o que leva à adoção do elipsóide como forma matemática da Terra, devido à simplificação decorrente de seu uso.

Gravimetria
Conjunto de processos destinados à determinação da aceleração da gravidade em uma dada estação geodésica.

Greenwich
Nome da cidade inglesa, situada a leste de Londres, onde foi construído o Observatório Real, e que desde 1884 é o meridiano origem para a definição das longitudes.

Hidrovia
Trecho navegável de um curso de água ou canal.

IGSN-71
Ver International Gravity Standardization Net, 1971

Imbituba
Datum vertical do Sistema Geodésico Brasileiro, definido pelo nível médio do mar no Porto de Imbituba (SC). Ver também Estação maregráfica.

International Gravity Standardization Net, 1971
Rede gravimética mundial de referência, cujo objetivo é garantir a homogeneidade das determinações gravimétricas em toda a Terra.

Jusante
Trecho de um curso de água, situado abaixo de um ponto de referência.

Laplace
Estação geodésica planimétrica determinada através de observações astronômicas de alta precisão.

Latitude
É o ângulo formado pela normal, à superfície adotada para a Terra, que passa pelo ponto considerado e a reta correspondente à sua projeção no Plano do Equador. A latitude quando medida no sentido do Pólo Norte é chamada Latitude Norte ou Positiva. Quando medida no sentido do Pólo Sul é chamada Latitude Sul ou Negativa. Sua variação é:
O° a 9O°N ou O° a + 90°
O° a 9O°S ou O° a - 90°

Leste
Um dos pontos cardeais, o mesmo que este, nascente. - Ponto Cardeal situado à direita do observador voltado para o Norte, Oriente, Nascente ou Levante.

Levantamento Aerofotogramétrico
Método de levantamento fotográfico que utiliza como sensor uma câmera fotogramétrica instalada em aeronaves, para fotografar a área de interesse de forma sistemática compondo faixas de fotos aéreas com especificações que permitam a construção de modelos estereoscópicos.

Levantamento Geodésico
Ver com o DEGED

Limite
Linha materializada ou não, que demarca a fronteira entre duas áreas vizinhas. É definido normalmente por lei de qualquer umas das instâncias da administração pública, federal, estadual ou municipal.

Linha de Limite
Linha divisória entre unidades territoriais ou parcela/áreas.

Longitude
Ângulo diedro formado pelos planos do Meridiano de Greenwich e do meridiano que passa pelo ponto considerado. A longitude pode ser contada no sentido oeste, quando é chamada Longitude Oeste de Greenwich ( W Gr.) ou Negativa. Se contada no sentido este, é chamada Longitude Este de Greenwich ( E Gr.) ou Positiva.

Mapa
Representação no plano, normalmente em escala pequena, dos aspectos geográficos, naturais, culturais e artificiais de toda a superfície (Planisfério ou Mapa Mundi), de uma parte (Mapas dos Continentes) ou de uma superfície definida por uma dada divisão político-administrativa (Mapa do Brasil, dos Estados, dos Municípios) ou por uma dada divisão operacional ou setorial (bacias hidrográficas, áreas de proteção ambiental, setores censitários).

Mapa Geoidal
Meio através do qual se pode obter, aproximadamente, a altura ou ondulação geoidal em dada estação geodésica.

Mapeamento
Conjunto de operações geodésicas, fotogramétricas, cartográficas e de sensoriamento remoto, visando à edição de um ou de vários tipos de cartas e mapas de qualquer natureza, como cartas básicas ou derivadas, cadastrais, topográficas, geográficas, especiais, temáticas, etc.

Mapeamento Básico ou Sistemático
Conjunto de operações de mapeamento regular, e que se destina à edição de cartas para a cobertura sistemática de um país ou região, e das quais outras cartas ou mapas podem derivar-se.

Mapa Índice
Cartograma que contém informações sobre o recobrimento cartográfico do país nas diversas escalas do mapeamento sistemático.

Meridiano
Linha de referência Norte - Sul, em particular o círculo máximo através dos pólos geográficos da Terra, de onde as longitudes e os azimutes são determinados. São círculos máximos que cortam a Terra em duas partes iguais de pólo a pólo, fazendo que todos os meridianos se cruzam entre si, em ambos os pólos. O meridiano origem é o de GREENWICH (0°)

Meridional
Relativo ao Sul, o mesmo que austral.

Ondulação Geoidal
Ver Altura Geoidal

Ocidental
Relativo ao ocidente

Ocidente
O lado oeste de referência.

Oeste
Ponto cardeal situado à esquerda do observador voltado para o Norte.

Oriental
Relativo ao Oriente.

Oriente
Lado onde nasce o sol, Nascente, Levante.

Paralelos
Círculos da superfície da Terra paralelos ao plano do Equador, os quais unem todos os pontos da mesma latitude.
Círculos que cruzam os meridianos perpendicularmente, isto é, em ângulos retos. Apenas um é um círculo máximo, o Equador (0°), os outros tanto no hemisfério Norte quanto no hemisfério Sul, vão diminuindo de tamanho à proporção que se afastam do Equador, até se transformarem em cada pólo, num ponto (90°).

Planimetria
Conjunto de processos que visam à determinação de coordenadas geodésicas horizontais de uma dada estação geodésica.

Rede Gravimétrica Fundamental Brasileira
Datum gravimétrico do Sistema Geodésico Brasileiro conectado à International Gravity Standardization Net,1971 e a estações gravimétricas absolutas no território nacional.

Referência de Nível
Estação geodésica altimétrica determinada através de nivelamento geométrico de alta precisão.

Representação Cartográfica
Representação gráfica de uma superfície, que obedece convenções e normas cartográficas préestabelecidas, geral ou parcial, em duas ou três dimensões.(Terra, Planeta, Lua, Céu, etc.).

RGFB
Ver Rede Gravimétrica Fundamental Brasileira

RN
Ver Referência de nível

SAD-69
Ver South American Datum, 1969

SAT
Ver Estação a satélite

Setentrional
Relativo ao Norte, Boreal

Sistema Cartográfico
Conjunto de especificações que normatizam a organização de um grupo coerente de cartas de um país ou região.

Sistema Cartográfico Nacional
Constituído por entidades nacionais, públicas e privadas. Congrega as atividades cartográficas em todo Território nacional, previstas pelo Decreto-lei número 243. Sistema Geodésico Brasileiro - conjunto de pontos geodésicos implantados na porção da superfície terrestre delimitada pelas fronteiras do país, que são determinados por procedimentos operacionais e coordenadas calculadas, segundo modelos geodésicos de precisão compatível com as finalidades a que se destinam.

South American Datum, 1969
Datum horizontal do Sistema Geodésico Brasileiro, definido no Vértice de Triangulação Chuá (MG), com orientação para o Vértice de Triangulação Uberaba (MG), tendo como superfície de referência o elipsóide recomendado pela União Geodésica e Geofísica Internacional, 1967.

UGGI-67
Ver União Geodésica e Geofísica Internacional, 1967

União Geodésica e Geofísica Internacional, 1967
Elipsóide usado no datum South American Datum, 1969, recomendado na Assembléia Geral da União Geodésica e Geofísica Internacional de 1967.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Cientistas preveem aumento de colisões com detritos no espaço


Cientistas preveem aumento de 



colisões com detritos no espaço


Problema deve afetar órbitas de satélites; a cada cinco anos, pode haver choques catastróficos.

Da BBC
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Explosões no espaço geram milhares de pequenos detritos (Foto: Agência Espacial Europeia/via BBC)Explosões no espaço geram milhares de pequenos detritos (Foto: Agência Espacial Europeia/via BBC)
Um novo estudo sugere que se o problema do excesso de detritos no espaço não for resolvido, algumas órbitas de satélites ficarão extremamente perigosas nos próximos 200 anos.
Os pesquisadores preveem a ocorrência de colisões catastróficas a cada período de entre cinco e nove anos em altitudes usadas principalmente para observar a Terra.
Os cientistas, que realizaram o estudo para o Comitê de Coordenação de Agências para Destroços Espaciais (IADC, na sigla em inglês), afirmaram que esta é uma previsão otimista, pois o problema poderá ser bem mais grave.
O IADC é um fórum global que envolve as principais agências espaciais do mundo e discute o problema do lixo espacial -- partes de foguetes abandonadas, satélites que já pararam de funcionar e seus fragmentos que já explodiram.
As agências espaciais contribuíram para esta pesquisa cada uma com seus especialistas e metodologia própria para criar um modelo do ambiente espacial no futuro.
Simulações
Os cientistas envolvidos se concentraram em órbitas baixas da Terra -- a menos de 2 mil quilômetros de altitude. Esta área é onde operam a maioria das missões que enviam dados de observação da Terra.
Todos os seis modelos criados pelos grupos de cada agência tiveram conclusões semelhantes, de que haverá um aumento constante do número de objetos de dez centímetros ou maiores em um período de 200 anos.
Este crescimento foi gerado principalmente pelas colisões entre objetos em altitudes entre 700 e 1.000quilômetros.
A projeção mais baixa foi de um aumento de 19% destas colisões, a previsão mais alta foi de um aumento que chega a 36%, médias conseguidas a partir de centenas de simulações.
O trabalho de simulações e projeções partiu de pressupostos otimistas.
Um deles foi de que os países seguirão em pelo menos 90% a chamada "regra dos 25 anos", o limite imposto para que as agências espaciais do mundo retirem da órbita os equipamentos que já completaram suas missões.
Outro é a suposição de que não haverá mais explosões de tanques de combustíveis ou de pressão que ainda tenham combustível ou de baterias velhas, uma das causas do aumento de destroços no espaço.
No entanto, um dos pesquisadores afirmou que a realidade pode ser outra.
"Certamente ainda não alcançamos 90% de obediência à regra dos 25 anos e ainda vemos eventos de explosões, em média, três vezes por ano", explicou Hugh Lewis, que detalhou as descobertas da pesquisa na 6ª Conferência Europeia sobre Destroços Espaciais em Darmstadt, na Alemanha, na segunda-feira (24).
"É justo dizer que este é um olhar otimista para o futuro e a situação será pior do que nós apresentamos no estudo", afirmou à BBC Lewis, que representou a Agência Espacial da Grã-Bretanha.
"Então, uma mensagem de nosso estudo é que precisamos melhorar estas medidas de abrandamento [dos problemas causados] pelos destroços (...). Uma das opções obviamente é a remoção ativa dos destroços", acrescentou.
Tipo de arpão foi desenvolvido para resgatar detritos no espaço (Foto: Jonathan Amos/BBC)Tipo de arpão foi desenvolvido para resgatar
detritos no espaço (Foto: Jonathan Amos/BBC)
Arpão
Grupos de pesquisa do mundo todo estão criando estratégias para para capturar foguetes velhos e satélites, para tirá-los de órbita.
Um dos conceitos, criado pelos britânicos, é de um arpão que seria disparado de uma distância curta contra o alvo a ser retirado.
Em outubro de 2012, a BBC informou que os primeiros testes deste modelo previam o disparo a apenas dois metros de distância.
Os últimos testes, mostrados em Darmstadt, mostraram o arpão disparado de uma distância muito maior e contra um alvo mais realista, rotativo.
"Nossos testes progrediram (...). Agora atualizamos para uma arma muito mais poderosa e disparamos o arpão a mais de dez metros, o tipo de distância que esperamos cobrir em uma missão de retirada de destroços real", afirmou Jaime Reed, da agência Astrium UK.
"Nosso arpão também tem agora absorção de choque para garantir que não penetre muito fundo dentro do satélite, e estamos disparando com corda. É um voo muito estável", acrescentou.
Atualmente existem cerca de 20 mil objetos feitos pelo homem em órbita e que são monitorados regularmente. Cerca de dois terços destes objetos estão na órbita baixa da Terra.
E estes são apenas os objetos mais fáceis de serem vistos. O número de partículas se movendo sem serem vistas é estimado em 500 mil, com tamanhos de variam entre um e dez centímetros e o número de partículas com menos de um centímetro pode ser de dezenas de milhões.
Todo este material está viajando a vários quilômetros por segundo, velocidade suficiente até para o menor fragmento causar danos se acertar uma missão espacial.

Desenho Técnico e Geometria - Projecção de uma Peça (BRIDA)


Note que a peça acima (desenho original), foi desenhada sem muito rigor nas medições e no posicionamento das linhas.



A Figura Abaixo é a projecção da BRIDA nos planos. Lembre-se que na vista frontal e lateral não se vê o buraco que se vê na vista horizontal, por isso representamos este elemento (buraco), como linhas descontinuas.





quinta-feira, 25 de abril de 2013

Mapa de Angola


Jovem recebe prótese de mão que pode ser programada por iPhone


Jovem recebe prótese de mão que 



pode ser programada por iPhone


Paciente diz que aplicativo aumentou sua independência.
Polegar tem maior mobilidade e executa várias funções.

Do G1, em São Paulo
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Patrick Kane programa a prótese com seu iPhone (Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images)Patrick Kane programa a prótese com seu iPhone (Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images)
Um jovem inglês recebeu uma nova prótese de mão que pode ser configurada e ativada com um aplicativo de iPhone. A tecnologia permite que ele tenha maior controle sobre os objetos que pega e facilita a execução de tarefas cotidianas.
Patrick Kane sofreu de uma forma grave de meningite quando criança. Embora tenham conseguido tratar a doença, os médicos não conseguiram evitar todos os efeitos e tiveram que amputar parte da perna direita e os dedos da mão esquerda – na mão direita, foi preciso retirar também uma parte de cada dedo.
Até os nove anos, o menino utilizou apenas a prótese para a perna. Adaptou-se à limitação de não ter dedos na mão esquerda e as próteses disponíveis na época não o interessavam. Com o lançamento de próteses mais modernas e eficazes, Patrick passou a usá-las.
A nova prótese, recebida nesta semana, se chama “i-limb ultra revolution” e é uma evolução do modelo que Patrick tinha antes, a “i-limb ultra”. Além do aplicativo de iPhone, que facilita a programação, a nova prótese tem maior mobilidade no polegar.
“Eu não tenho mais que usar minha outra mão para ajustar o polegar para diferentes posições de pegada, e o aplicativo me permite acessar tantas opções diferentes a qualquer momento porque está tudo no meu telefone. Realmente vai aumentar minha independência, o que é muito importante para mim”, afirmou Patrick ao site da Touch Bionics, empresa que produz a prótese.
Controle dado pela prótese permite pegar moedas (Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images)
Controle dado pela prótese permite pegar moedas (Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images)


Fonte: g1.globo.com

Comité Planeta Terra preocupado com problemas ambientais nas comunidades

Comité Planeta Terra preocupado com problemas ambientais nas comunidades 

Luanda  - O Comité Nacional do Planeta Terra, instituição voltada à protecção do Ambiente em Angola, está preocupado com a produção excessiva de resíduos nas comunidades, poluição dos mares e rios, a perda da biodiversidade e alterações climáticas, cujo impacto tem abrangência local e global.


Segundo uma nota de imprensa chegada esta terça-.feira à Angop, por ocasião do Dia da Terra, assinalado nesta segunda-feira, o comité quer uma rápida implementação dos programas integrados de protecção do ambiental, sobretudo naqueles cujo impacto tem incidência directa nas comunidades, como o Programa de Educação para Recolha Selectiva dos Resíduos no âmbito do Programa Angola Limpa e o Saneamento Total Liderado na Comunidade.


De acordo a nota, o comité reitera o seu apoio às iniciativas do Executivo, para a melhoria da qualidade de vida das famílias e encoraja a sua continuação, bem como apela à sociedade a um maior envolvimento na tomada de decisões práticas, com vista a dar resposta a estes problemas.


Para esta empreitada, o comité conta com apoio das associações de defesa do ambiente a nível nacional, cuja acção reflectiu no diagnóstico feito para identificação das causas, para implementação de educação nas comunidades, sobretudo nos mercados de Viana, Cacuaco, Cazenga e Distrito do Kilamba Kiaxi durante o ano em curso.

Instituto Florestal planta mais de 10 mil árvores em 2012


Cunene
Instituto Florestal planta mais de 10 mil árvores em 2012 
Angop
Instituto Florestal planta mais de 10 mil árvores em 2012
Instituto Florestal planta mais de 10 mil árvores em 2012

Ondjiva - Dez mil e 564 árvores diversas foram plantadas na província do Cunene, durante o ano findo, pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF), contra cinco mil e 325 do mesmo período de 2011.
 
As mesmas foram plantadas no âmbito do programa de repovoamento florestal e combate à desertificação.
 
Em declarações hoje à Angop, a propósito do Dia Mundial da Floresta (21 de Março), o responsável da instituição na região, Abel Alcino Zamba, disse que as árvores foram plantadas nos municípios do Kwanhama, Namacunde, Ombadja, Cahama, Cuvelai e Curoca.
 
Acrescentou que entre as espécies plantadas constam moringa, mamoeiro, eucalipto, prosópios juliflora, acácia rubra, cebes e cedro.
 
Abel Zamba fez saber que as referidas mudas são produzidas no viveiro da sede do Xangongo com capacidade de duas mil e 110 plantas, por época, onde os cidadãos deslocam-se para sua aquisição a fim de serem plantadas nas respectivas residências.
 
Afirmou que a intenção é colocar o maior número de plantas na terra, pois as árvores são para o ambiente e a sociedade uma fonte de produto de extrema importância para manutenção da biodiversidade e da vida humana.
 
O 21 de Março é comemorado mundialmente como Dia da Floresta, com vista a incutir a população sobre a necessidade de reflectir sobre a importância das árvores e florestas, para o bem estar social, o equilíbrio natural e o estado de degradação dos recurso florestais.

Topografia - Exercicio de Aplicação - Determinação de Rumo de Uma direcção "Triângulo"

Sabendo que Rumo(AB) = 346,421^g; BÂC = 42,421^g; AB = 40,00m e AC = 35,00m
Determine:
a)      O Rumo (BA)
b)     O Rumo (AC)
c)      O Rumo (CA)
d)     O Rumo (BC)





Da Figura Acima Obtemos as seguintes fórmulas:
RBA = RAB - 200^g
RAC = RAB + α
 RCA = RAC + ou - 200^g
RCA = RAC - 200^g
RCB = RCA + BĉA



Lei Dos Cossenos

a² = b²+c²-2bcCosα
b² = a²+c²-2acCosβ
c² = a²+b²-2abCosϕ

Utilizando a segunda identidade Teremos:
b² = (40²)  + (35²) - 2 x 40 x 35Cos42,421^g
b² = 1600 + 1225 - 2800 x 0,7861
b = Raíz Quadrada ( 1600+1225-2800 X 0,7861)
b = Raíz quadrada (623.92)
b = 24,97m²

Topografia - Determinação da Área de Um Polígono Qualquer Pelo método Analítico e Geométrico





Determinar a área da figura acima pelo Método Analítico

S = ½ [(X2 – X1)(Y1 + Y2) + (X3 – X2)(Y2 + Y3) + (X4 – X3)(Y3+Y4)-(X4-X1)(Y1+Y4)]
S = ½ [(80-40)(100+80) + (60-80)(80+30) + (40-60)(30+40) – (20-40)(100+40)]
S = ½ [40x180 + (-20)x110 + (-40)x(70) – (-20)x140]
S = ½ [ 7200 – 2200 – 2800 + 2800 ]
S = ½ [5000]
S = 2500 m²


Determinar a área da figura acima pelo Método Geométrico


Nome da Figura
Fórmula da área
Rectangulo
A1 = C x l
Quadrado
A2 = l² = l x l
Trapézio
A3 = (A + B) x h /2
Triângulo
A4 = 1/2(Bxh)

Dados
AE = 10m
AA´ = 20m
BC = 10m                                   
CC´ = 8m
C’D = 10m
CD = 15m                                 A3 = (B’C’ + BC)/2 x BB’

A1 = 10 x 20 = 200m²
A2 = 10²m = 100m²
A3 = (10 + 10)/2 x 10 = 100m²
A4 = ½ 10 x 15 =75m²

AT = A1 + A2 + A3 + A4

AT = 200m² + 100m² + 100m² + 75m² = 475m²